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 Rescaldo Rescue the unknown

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Benny

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MensagemAssunto: Rescaldo Rescue the unknown   Ter 21 Abr 2009, 19:58

Se me for possivel deixar algumas linhas sobre o desempenho da Brigada/AEO neste jogo, aqui vai:

Encarregues de estabelecer um QG na zona do Paintball, partimos pelo terreno, na expectativa de chegarmos cedo ao local. Infelizmente, nem passados dez minutos, logo a seguir ao areal, fomos emboscados pelo inimigo.

Foi um combate rapido e, em poucos minutos, fomos sucessivamente abatidos.

Os feridos tiveram poucas possibilidades de retomar o jogo pois, uma vez curados pela enfermeira, eram rapidamente abatidos de novo, quase sem se moverem.

Em poucos minutos foi atingido o numero limite de ligaduras, pelo que, de acordo com as regras, regressamos aos veiculos. De todos, so sobrevivi eu, e com duas ligaduras ja no bucho, para aprender.

Ainda assim retomei o jogo e, depois de procurar uns minutos, deparei com o GEPA e o amigo Falcao Lider, a quem me juntei.

Tudo isto nao durou muito tempo mais pois, quando demos por ela, ja o jogo estava a terminar, com alguns elementos a abandonar o campo.

Creio que nao podemos deixar de agradecer aos Abutres o convite e a habitual cordialidade e amizade com que a Brigada foi recebida.

Se houve incidentes, nao sei pois nada observei, mas se nao se tratou de nenhum mal entendido de explicacao razoavel, e se realmente alguem demonstrou pouco respeito pelas regras, so nos resta aprender com o desfecho desta situacao lamentavel.

Cumprimentos,

Benny

PS: Acho que a questao do fardamento correu mal. As vezes, as velhas solucoes sao mesmo as melhores e as mais eficazes. De futuro, mais vale apostar na fiel fita autocolante verde ou vermelha para por no ombro. Nao engana ninguem!

PPS: Foi pena a falta do Nosferatu e do Vassili.
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Major Alvega
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MensagemAssunto: Re: Rescaldo Rescue the unknown   Qui 23 Abr 2009, 21:32

Rescaldo Oficial da Operation Rescue the un(known) - 2009-04-19

Boas,

Como já disse anteriormente, quero agradecer a todos.

Em relação ao jogo, como já relatei, foi uma co-organização minha e do Sidinei, o Sidinei lançou o convite e a ideia de jogo e fomos desenvolvendo.

Relato do jogo:

Para mim no dia do jogo o dia começou cedo, como é meu hábito, e fui ao Ponto de Encontro dos RTSI, como combinado com o Sidinei, ás 07:00H já lá estava para que o Judeu fosse “raptado”.

Aqui fica o meu agradecimento público de agradecimento ao Judeu e ao Muad’dib pela pontualidade e respeito pelos compromissos.

Em relação ao Judeu fica também o meu pedido de desculpas, porque sei agora que não gostou da ideia, por desconhecimento de uma situação…. senão não teria vindo jogar, e ter elaborado uma ideia que não consegui aplicar, pois ele era para ter um papel mais interveniente em todo o desenrolar do jogo, objectivo não conseguido. Mas ou era ele ou era eu, o “raptado”. Para a próxima fico eu, voluntariamente.

De seguida arranquei e dirigi-me para o Ponto de Encontro dos STAT, e assim que cheguei, fui-me equipar e comecei preparar as coisas para dar o Briefing.

As equipas que honraram os convites foram chegando, o meu bem-haja, para todos.

Ás 08:45H comecei a chamar os Líderes de Unidade e de Equipa para fazer o Briefing.

Feita a chamada foram chegando e fui entregando as Ordens de Serviço e Mapas, onde estavam as últimas informações, tais como os canais de rádio, foram entregues as fitas de Médico e a Identificação do mesmo, foram também esclarecidas algumas dúvidas e começou-se a delinear uma estratégia.

Ficou decidido que seria necessário montar uma Base, leia-se QG, tendo em conta a regra das 6 fitas do Médico, ficando essa função ao cargo da Unidade Bravo, na área conhecida por PaintBall.

A Unidade Golf iria dar apoio à Unidade Bravo.

A Unidade Eco iria pela direita do campo.

Nisto chegaram os Líderes em falta, e aí eu entreguei o Comando, como estava definido na minha estratégia, explicando o que estava decidido até então.

Foi deliberado que se iam juntar as duas Unidades e progredir no campo. Sem qualquer consulta à minha estratégia.

Ás 09:30H foi dado o início da Operação com 30mikes de atraso.

De salientar que apesar de estar em jogo, estava sempre a fazer Scan no Rádio, na tentativa de localizar as Com, não só das restantes Unidades, para o caso necessitaram apoio, como também do Judeu, que apesar de se encontrar refém tinha conseguido ter acesso a um rádio na tentativa de nos contactar e nos passar o máximo de informações possíveis, afim de localizar-mos o local onde se encontraria, bem como eram constituídas as forças que o fizeram refém.

Avançamos pelo lado esquerdo do campo, ao longo do perímetro do campo de jogo e fomos progredindo, tomando as precauções necessárias, chegamos ao fim do campo de jogo e iniciamos o trajecto a caminho do QG, qual não é o nosso espanto quando lá chegamos e ninguém lá se encontrava, nem o nosso QG e a Unidade Bravo, nem os IN’s.

Foi quando fizemos uma ligeira pausa para nos reagruparmos e conferenciar com a Sub-Unidade Alpha, composta pelos Gofe. Nessa posição e seguindo o que anteriormente fiz referência, captei várias COM da Unidade Bravo e Golf, onde me apercebi que já tinham tido contacto com os IN’s e sofrido algumas baixas, sem ter conseguido ter resposta ás questões que coloquei, inclusive, se necessitavam de apoio; e também COM dos IN’s e então tentei passar a informação ao comando, sem sucesso.
Fomos seguindo na direcção dos Bunker’s, sem contacto, após transpormos a zona, ouvimos o primeiro pedido de apoio, pedido esse que foi de imediato respondido, sendo a direcção dos nossos passos nesse sentido, no monte da parte de baixo dos Bunker’s, foi se deu então o contacto directo com os IN’s.
Ouve então disparos e vários elementos nossos a progredir no terreno, quando me apercebo de que um dos 805 vai a correr para ir falar com alguém, a partir desse momento depreendi que o jogo se encontrava “suspenso”, pois ainda me encontrava desviado, quando cheguei ao topo do monte, vejo o Mambley a conversar com alguém, estávamos parados a aguardar o desfecho da situação, quando começam a vir disparos do nosso flanco direito, eu o Bruno e o Muad’dib, tomamos posições defensivas, e fomos respondendo ao fogo do IN, eram 3 ou 4, que nos tentavam surpreender vindos do lado direito.
Nesta altura já havia alguns elementos que não estavam a jogar, uns não sei porquê, outros com problemas mecânicos na AEG.
Na sequencia da troca de disparos o Bruno foi “atingido” o Médico foi lá “cura-lo”.
Eu tive de recuar para “reload” e vejo então um IN a tentar flanquear-nos pela linha do horizonte, já estava outra vez apto para jogar e fui efectuando uma linha paralela à dele, para o eliminar, desviamo-nos da zona para a base dos Bunker’s e o IN foi chamado e desistiu da missão, regressando à sua posição inicial.

Foi quando ouvi no Rádio que os meus camaradas tinham sido todos “abatidos” e logo de seguida que o Comandante tinha desistido e abandonado o jogo, e ainda não tinha chegado ao local onde estava inicialmente quando oiço no Rádio que o jogo tinha terminado, eram 11:25H.

O Muad’dib chamou-me pelo rádio e fui ter com ele o e fomos em direcção ás viaturas, quando me apercebi que alguns já tinham abandonado o Ponto de Encontro.
E foi também, e só, aí que ouvi os primeiros relatos de confusões durante o jogo.

Tentei contactar as restantes equipas para que ninguém ficasse em campo, e só não consegui contacto com toda a Unidade Eco.

Fui actualizado pelos relatos então de alguns elementos que se encontravam junto aos carros, sem nunca abandonar o rádio, na tentativa de captar ou conseguir entrar em contacto com a Unidade Eco.

Tal só foi conseguido por volta das 12:30H, aí então transmiti que já tinha acabado o jogo.

O meu pedido de desculpas ao Belga e a todos do Esquadrão Táctico, pois acabei por abandonar o Ponto de Encontro sem de vós me despedir.

Mas já me aguardavam noutro local, que não deu em nada, pois passado pouco tempo toda a gente estava a preparar-se para se ir embora.






Aspectos positivos:

- A resposta aos convites e honrar os mesmos;
- O contacto entre jogadores e equipas que não se conheciam;
- O cumprimento por todos das regras de segurança, pois ninguém se magoou;


Aspectos menos positivos:

- A falta de preparação de alguns para este evento, em todos os aspectos;
- As COM, não estiveram no seu melhor;
- Os “casos”, a, ou se existiram, porque não os souberam resolver no local;



Aspectos a melhorarem:

- O respeito e boa educação;
- O empenho e postura de forma a melhorar o desempenho;
- As COM;



Sugestões (que aceito de bom agrado):

Sobre o jogo:


- BASE – Já se falou em que era necessário uma Base, era essa a minha estratégia, a de montar o QG, até por que fazia falta por causa da regra das fitas, e depois de identificado a base do IN e da Safe Zone, nos reagruparmos e delinear uma estratégia de ataque. Mas aí ouve falhas a nível das COM. Só errei na localização, porque ficou a caminho do QG IN, mas tentei que fosse no centro do campo, para se ter uma maior proximidade de tudo. Não resultou.

- OBJECTIVOS/COM – Os Objectivos, não foram atingidos, em primeiro identificar o IN e o seu QG, e a Safe Zone, só conseguimos identificar a Safe Zone com muita fogachada, quando os objectivos primários eram de IDENTIFICAR E INFORMAR LOCALIZAÇÃO, daí os mapas e as Equipas de Recon. Para só depois passar ao Resgate do Refém.

- ESTRATÉGIA – Eu tinha uma, mas depois de passar o Comando, não fui mais ouvido nem consultado. Pois tinha como estratégia, elaborar uma linha longitudinal distanciados 15 a 30mts com os maior numero de Operacionais possíveis, pois poderiam ser enviadas algumas equipas de Recon para reconhecimento, e também sem a unidade Bravo e a Sub-Unidade Alpha dos Gofe que tinham missões especificas, e que assim “bateríamos” muito mais terreno, mais coesos, e sempre em apoio a quem tinha partido na frente.


Comportamento Geral:

- Não vou entrar no erro crasso de identificar/apontar equipas ou elementos, até porque não presenciei nada, só ouvi relatos, e não acho justo culpar uma equipa por causa de um mau elemento, se for o caso. E por norma ninguém anda sozinho, daí não perceber certos comentários, tanta versão para uma mesma coisa, para uns é “peixe” para outros “carne”, se alguém erra, não há ninguém que corrija, não é repreender, errar é humano, insistir no erro é que é burrice. Mas que sejam justos e avaliem quem deve ou não ficar em casa, porque não está em forma, porque não faz o seu estilo de jogo, ninguém fica chateado se alguém recusar o convite, se isso for para o bem do Airsoft, é um convite, não é uma contra-ordenação.

- Vou apenas sugerir que se julguem a vós próprios e assumam, o que fizeram bem ou mal, daí eu solicitar que fossem verdadeiros, relatem factos, não opiniões, assim não ofendem ninguém e não se colocam em situações melindrosas, porque os jogos não são todos iguais, nem nos correm do mesmo modo. Daí também não estar de acordo com alguns termos e modos usados nos rescaldos, mas cada um deve assumir o que diz e faz.
Mas só um conselho para quem não está habituado a fazer rescaldos, a boa educação e respeito pelo seu semelhante ficam bem em qualquer lugar, se não sabem escrever, não o façam.
E estamos a poucos dias do 25 de Abril, mas o que se ganhou em Liberdade perdeu-se em Valores, todos temos a liberdade de dar um murro na cara do próximo, mas a liberdade do próximo começa na cara.
Respeitem para ser respeitados.

Em resumo:

E sem me fazer de vítima foi uma semana intensa de preparativos, aguardando por autorizações, confirmações dando explicações e muitas horas à frente do computador.

Posso também afirmar que das confusões com as regras vieram muitas, mas muitas pressões, discussões, directrizes dos mais variados sentidos e alguns dos quais de onde só deveriam vir palavras de apoio e agradecimento pela ideia e execução da mesma, mas não, foram criticas, entraves, que só ajudaram à desmotivação e demonstrar total desprezo pelo trabalho realizado, e já depois de estar praticamente tudo realizado, montado, explicado, imprimido, comprado, etc, ……

E isto tudo com maior incidência nas últimas 34 a 24 horas antes do jogo, quando já tudo estava pronto. O que fez com que algumas pessoas descessem muito na minha consideração pessoal e também aprendi uma grande lição e a distinguir com quem contar de verdade.

Como resultado tivemos algumas confusões com as regras e a falta de leitura e compreensão das mesmas, isto os que se deram ao trabalho de as ler, algumas das PM’s que enviei com informações, nem abertas foram.

Para não falar dos não vinham minimamente preparados, quer física, quer mentalmente.

Não vou pedir desculpa, pois não fiz nada de mal, pelo contrário, uns poucos deram-se ao trabalho de pensar e organizar para que 67 se divertissem, e o resultado não é consensual, uns gostaram, outros acharam pouco tempo, outros ainda só têm reclamações.

Tentei aplicar novos conceitos e procedimentos, que uns gostaram e outros não.

Não posso deixar passar em branco o facto do trabalho efectuado pelo Sidinei que conseguiu “montar” um QG com uma “Prisão”, que de tão bem camuflados, não chegou a ser detectado pelas STAT, os meus PARABÉNS.

E já sabes com quem contar assim como eu.


EM CONCLUSÃO:

Os RTSI conseguiram manter o “refém”, bem como o seu QG, sem ser detectado e assim não deixando que os STAT conseguissem completar os seus objectivos.


Dar os PARABÉNS de MISSÂO CUMPRIDA aos RTSI.


Por isso como fecho deixo aqui uma das frases que escrevi nas Ordens de Serviço que entreguei a cada uma das Unidades.

Não há BONS nem MAUS jogos.

São os JOGADORES que fazem os jogos.



Abraço.
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